Fobia ou medo: tratamento e cura. - Estela Psicóloga

Especialista em Terapia Comportamental e Cognitiva (USP-HU)

Especialista em Terapia de Casal e Família (Teoria Junguiana)

Especialista em Teoria Junguiana (Instituto Sedes Sapientiae - SP

Mestre Pela PUC-SP

Especialista em Constelações Familiares e Soluções Sistemicas (Instituto KOZINER - SP)
Psico. Estela - Psicóloga Clínica - Mestre/PUC-SP
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Fobia ou medo: tratamento e cura.

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Fobia ou medo: tratamento e cura.


Fobia é um medo presente e persistente além de irracional, de um determinado objeto, animal, atividade ou situação, que represente pouco ou nenhum perigo real ao sujeito que sente. Provoca em quem sofre dessa síndrome, uma ansiedade muito intensa.

A fobia nem sempre é uma doença. Pode ser um sintoma de outra causa, geralmente um outro transtorno mental.

No entanto, o medo sentido por pessoas que têm a síndrome fóbica é completamente diferente da ansiedade que é natural dos seres humanos.

O medo em seus parâmetros de normalidade, é uma reação psicológica e fisiológica perfeitamente natural, que surge em resposta a uma possível ameaça ou situação de perigo. Já a fobia não segue uma lógica ou coerência propriamente dita. A ansiedade gerada nesses casos, é incoerente com o perigo real que o objeto ou situação representa.

A fobia costuma ter longa duração. Traz ao paciente, intensas reações físicas e psicológicas e pode comprometer seriamente a sua qualidade de vida.

Tanto a medicina quanto a psicologia, reconhecem os mais diversos tipos de fobias. Elas vão desde o medo intenso de situações sociais (fobia social), de lugares cheios de pessoas (agorafobia) até o medo de animais, objetos ou situações específicas (fobia simples).

Para termos uma ideia existem fobias catalogadas usando todas as letras do alfabeto, exceto a letra ípsilon (Y), e em alguns casos com mais de 20 palavras por letra.
Imagem de fobia
Categorias (tipo) de fobias: segundo Manual Diagnóstico e Estatístico de Doenças Mentais, a fobia simples pode ser dividida em pelo menos cinco grupos:

  • Animais (aranhas, cobras, sapos, etc.)
  • Aspectos do ambiente natural (trovoadas, terremotos, etc.)
  • Sangue, injeções ou feridas
  • Situações (alturas, andar de avião, elevador ou metrô, etc.)
  • Outros tipos (medo de vomitar, contrair uma doença, etc.).


Sinais e sintomas do transtorno fóbico ou do medo:  dependem muito do tipo de fobia em questão, mas algumas características são notadas em todos os sujeitos que as apresentam:
Imagem de pessoa fóbia
  • Sentimento de pânico incontrolável, terror ou temor em relação a uma situação de pouco ou nenhum perigo real.
  • Evitação a todo custo de uma situação ou de alguém que o indivíduo teme.
  • Quadros sintomáticos doentios de possíveis reações físicas e psicológicas, são apresentados, como: sudorese, taquicardia, dificuldade para respirar, sensação de pânico e ansiedade intensa, entre outros.
  • O indivíduo tem ciência que o medo que sente é irracional e exagerado, mas julgam não possuírem recursos próprios para controlá-lo.


Imagem de uma cena de fobia
Fobias: diagnóstico e tratamento.

O diagnóstico das fobias em suas formas gerais é baseado em uma entrevista clínica minuciosa. A avaliação final do especialista seguirá algumas diretrizes estritas para isso.

Esse diagnóstico é prolatado, quando um sintomático é enquadrado em determinados critérios presentes no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais – DSM IV. Este manual é usado por diversos especialistas de saúde mental para diagnosticar condições psiquiátricas e psicológicas. Os critérios de diagnóstico variam muito de acordo com o tipo de fobia.

O objetivo do tratamento da fobia é reduzir a ansiedade e o medo provocados por motivos ilógicos, irracionais e exagerados, e se procede com o tratamento das reações físicas e psicológicas decorrentes deste medo.

Existem três tipos de abordagem que podem ser aplicados pelos especialistas aos pacientes:
  • A psicoterapia (terapia);
  • O uso de medicamentos específicos;
  • A união de ambos.

No entanto, se as fobias não forem tratadas, elas poderão comprometer gravemente a vida das pessoas e levá-las a situações extremas, entre as quais destaco:

  • Isolamento social: evitar lugares, coisas e pessoas temidas. Esse comportamento, pode causar problemas profissionais, familiares e de relacionamento em geral.
  • Depressão: muitos pacientes com fobias estão mais sujeitos a desenvolver depressão e outros transtornos da ansiedade.
  • Abuso de substâncias químicas: o estresse de viver e conviver com uma fobia pode levar ao abuso de substâncias e à dependência química e psíquica, como o tabagismo, o alcoolismo e o vício em determinados tipos de drogas, etc.
  • Suicídio: alguns indivíduos com fobias específicas são mais propensos a pensar suicídio.

Como vemos, os tratamentos das fobias são plenamente possíveis e viáveis. Traz aos pacientes, melhoras significativas que vão desde o bem-estar físico e mental, bem como, alívio e segurança no que se diz respeito ao trato social e as relações pessoais de cunho familiar, profissional ou relacional.


Marque uma consulta, terei o maior prazer em ouví-lo (a) e esclarecer as dúvidas pertinentes ao seu processo de cura terapeutica.


Imagem de um depressivo
depressão:
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MSc. Estela Noronha
Psicóloga Clínica
CRP: 06/52562-9
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