O Prazer! - Estela Psicóloga

Especialista em Terapia Comportamental e Cognitiva (USP-HU)

Especialista em Terapia de Casal e Família (Teoria Junguiana)

Especialista em Teoria Junguiana (Instituto Sedes Sapientiae - SP

Mestre Pela PUC-SP

Especialista em Constelações Familiares e Soluções Sistemicas (Instituto KOZINER - SP)
Psico. Estela - Psicóloga Clínica - Mestre/PUC-SP
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O Prazer!

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O Prazer !
 
“Sofremos muito com o pouco que nos falta e aproveitamos pouco o muito que temos”
 
Willian Shakespeare

O prazer – o que é!
 
 
O vocábulo “prazer” tem como seu radical formador a palavra latina “placere”.
 
Caracteriza-se por uma reconhecida sensação de bem-estar. Uma pessoa pode ter prazer sem demonstrá-lo. No entanto, as expressões de alegria estão intimamente ligadas às expressões de prazeres e vice-versa. Normalmente e quando não se faz uso de químicos psicoativos ou de ações físicas desviantes, o prazer é uma resposta importante do organismo e da mente. Indica que nossas ações estão sendo benéficas para a saúde quer venham elas, de vieses físicos ou mentais. O conceito prazer enquanto fenômeno, aproxima-se bastante da conceituação de felicidade, por estarem circunscritas a um espaço de tempo que além de mensurável, também é perceptivel.
Formas de se obter  prazeres:

  • Exercícios físicos;
  • Alimentação;
  • Relações sexuais;
  • Experimentações auditivas;
  • Experimentações de visão,
  • Experiementações táteis ativas e passivas,
  • Dinâmicas intelectuais e de conhecimento;
  • Dinâmicas sociais e de interatividade com o meio ambiente.
Momentos de prazer
O sentimento oposto ao prazer é o sentimento da dor. Seja essa dor física ou psíquica. A exceção a esta regra, verifica-se em um fenômeno sócio afetivo denominado masoquismo. O prazer obtido pela dor de outras pessoas é conhecido como sadismo. Estes dois últimos casos, são tidos como “excepcionais” devido à natureza que os compõe.

Os cuidados com o prazer:

  • Todas as formas de prazer serão válidas e recomendadas se obedecerem à alguns critérios, aos quais observo:
  • Não seja excessivo em sua prática e que não traga danos pessoais a você ou a outras pessoas e nem comprometa sua dinâmica familiar e social (emprego e família);
  • Não resulte em malefícios à sua saúde física e mental (doenças associadas à alimentação e alcoolismo em excesso, por exemplo);
  • Observação rigorosa às recomendações medicas no que tange as DST’s (doenças sexualmente transmissíveis);
  • Divisão equânime aos interesses intelectuais e de conhecimento com os outros interesses menos específicos e de caráter geral;
  • Não perca o foco das atividades imprescindíveis (trabalho, escola, família) para outras de cunho recreativos.
O Prazer
O prazer pela abordagem da medicina.

A medicina nos informa que existe uma correlação significativa entre a percepção do prazer e a dinâmica hormonal de cada indivíduo.
A regra sinalizada é que a sensação de prazer está associada à presença de um hormônio específico chamado endorfina. A endorfina tem seus níveis aumentados em nossa corrente sanguínea naturalmente, quando passamos por uma situação de esforço físico representativo. Ou seja: depois da “malhação” ou depois das relações sexuais bem-sucedidas.

A ocitocina, também é um outro hormônio que tem reflexos significantes na percepção do prazer.
medicina
A Ocitocina é um hormônio produzido no Hipotálamo, em áreas específicas denominadas Núcleos Paraventricular e Supraóptico, e estocado no lobo posterior da Hipófise de onde é liberado para a corrente sanguínea. É um hormônio que tem importantes efeitos psicológicos e físicos no organismo, além de papéis específicos no corpo do homem e da mulher.
A serotonina também é um hoprmônio que está  correlacionada aos transtornos afetivos e de humor. Além de controlar a liberação de outros hormônios. A serotonina é um neurotransmissor que atua no cérebro, temperatura corporal, sensibilidade a dor, movimentos e as funções intelectuais.
Os estudos para administração desses hormônios em suas formas sintéticas ainda não apontam para uma terapêutica segura, salvo exceções pontuais e sob rigorosos controles médicos.
O prazer pela abordagem sóciopsicologica.

O prazer pela abordagem sóciopsicologica, está intimamente relacionado à sensação percebida de “bem-estar”. Porque essa percepção deriva de um conjunto de práticas que engloba uma boa nutrição, atividade física, bons relacionamentos interpessoais, familiares e sociais, além de controle do estresse. Essas práticas somadas pode-se denominar em equilíbrio sócio psíquico.
Podemos elencar o sentimento de “bem-estar”, companheiro indissociável do prazer quando ele é percebido das seguintes maneiras:

  • Físico: é a condição global do corpo em relação a patologias e ao vigor físico, ou seja, é a ausência de doenças associada a um bom funcionamento do metabolismo.
Prazer
  • Social: chamado de “qualidade de vida”, é usado para designar o bem-estar de uma sociedade no seu conjunto, englobando a riqueza monetária e o acesso a bens e serviços, mas também o seu grau de liberdade, inovação e saúde ambiental.
  • Mental: é o equilíbrio emocional entre o interno e as vivências externas, ou seja, é estar bem consigo e com os outros, aceitar as exigências da vida e viver bem com elas, saber lidar com todos os tipos de emoções interpostas à sua dinâmica de ser, vivendo a vida na sua maior plenitude possível, respeitando o legal e o outro. Ter o necessário controle  das sintomatologias negativas (ansiedades, depressão e suas formas, fobias, etc), que o meio e os fatores socio-psicologicos adversos, por vezes podem nos impor.

Pode-se assim dizer que o prazer está intimamente relacionado ao seu estado de saúde físico e mental e significa, em última análise, “saúde” no seu sentido mais amplo, de maneira ativa e em todos os seus aspectos.

Marque uma consulta, terei o maior prazer em ouví-lo (a) e esclarecer as dúvidas pertinentes ao seu processo de cura terapeutica.


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MSc. Estela Noronha
Psicóloga Clínica
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